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Marketing digital: mídias sociais não são solução para tudo

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marketing digital

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Com o crescimento das redes sociais e a valorização das estratégias digitais, muitas pessoas tem encarado o marketing digital como a solução a curto prazo para todo e qualquer problema mercadológico de uma empresa/marca. É importante refletir bastante sobre isso, afinal o marketing digital é uma das muitas ferramentas que devem ser integradas para uma ação de sucesso. Encontrei um post no pontomarketing que sintetiza exatamente isso. Que as mídias sociais não são a solução para tudo, mas uma das ferramentas que irão auxiliar em uma estratégia eficiente.

“As mídias sociais oferecem muitas oportunidades para as organizações ampliarem o alcance de suas mensagens. Elas transformaram forma de consumir, acessar e compartilhar informações. Mudaram a forma que nos envolvemos, construindo relacionamentos e auxiliando na tomada de decisões.

Mas isso não significa que as mídias sociais são a fórmula mágica para revolucionar os negócios. Existem alguns pontos nos quais devemos ficar atentos quando trabalhamos com mídias sociais:

1. Nem todo mundo está usando as mídias sociais

Apesar dos números estarem crescendo, existem muitas pessoas que ainda não utilizam as redes sociais. É óbvio que a comunicação da empresa também depende do perfil de uma marca e onde ela quer chegar, porém é necessário a compreensão de que nem sempre os clientes estarão nas redes sociais. É preciso, antes de tudo, saber onde eles realmente estão.

2. Uso das mídias sociais requer combinação e integração na comunicação

É necessário uma estratégia de conteúdo que defina ou pelo menos sugira o que vai ser postado e como será feito o envolvimento com o público. Exige também uma estratégia de relações públicas e marketing que determina como será usado o conteúdo para compartilhar suas mensagens, seja para promover um produto/serviço ou construir a marca on-line. Ou seja, mídias sociais não trabalham sozinhas. As mídias sociais oferecem ferramentas para partilhar mensagens (entre várias outras) e devem ser integradas com a comunicação offline para representar uma marca ou organização autenticamente.

Resumindo: mídias sociais não dão conta de tudo sozinhas. Ou seja, por mais que sejam necessárias, são parte de toda uma combinação.”

Por Camila Carrano

Fonte: pontomarketing

Os 10 erros mais cometidos na criação publicitária

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escolhendo mau as fontes

10 erros mais cometidos na criação publicitária

O Acervo Publicitário tem dado uma relevante contribuição para a formação profissional de publicitários, contatos de Marketing, Designs, entre outros profissionais de áreas relacionadas à comunicação. O site possui um significativo acervo com assuntos criativos e conteúdos relevantes que todo profissional das áreas citadas deve acompanhar.

Abaixo, reproduzimos uma recente postagem do Acervo Publicitário sobre os “10 erros mais cometidos na criação publicitária”. As dicas são indispensáveis para o processo de criação publicitária e, da mesma forma, relevantes para os profissionais de marketing, que precisam ter o preparo necessário para aprovar corretamente de acordo com as estratégias de comunicação da empresa.


1. Iniciar o processo de criação sem um objetivo. Invista um bom tempo esmiuçando o brief, converse com o cliente se possível, e procure saber o máximo que puder sobre o público, a concorrência e os objetivos do cliente e do produto ou serviço.

não sei nada da concorrência

2. Criar “no vácuo”. Conheça a concorrência e o cenário no qual o produto ou serviço estão. E não se limite a ler o brief: uma pesquisa por conta própria pode dar boas pistas. Isso proporcionará idéias menos genéricas e soluções mais consistentes.

3. Não ser capaz de responder à pergunta “mas… por que?” Embora os processos de geração de ideias sejam essencialmente espontâneos, é preciso que as decisões tomadas tenham alguma base. É muito fácil ter uma peça reprovada pelo cliente quando as justificativas parecem esbarrar no gosto pessoal. E a propósito: “porque Deus quis” não é um argumento sólido.

4. Ir para o computador cedo demais. Computadores são ótimos para fazer exatamente o que você manda que façam – e isso é ruim para a criação, que se alimenta também do erro, do traço livre e da casualidade. Além do mais, como o computador torna fácil alterar o trabalho, a tentação de entrar num loop de tentativa-e-erro é grande, fazendo com que o processo vire uma grande experimentação aleatória sem propósito.

5. Deixar de escutar uma opinião com base em quem a deu. Engula o ego e escute. Pode-se aprender muito com as fontes mais inesperadas.

escolhendo mau as fontes

6. Escolher mal a tipografia e os recursos gráficos. Essencialmente, não existe não-intencionalidade numa peça publicitária. Pense no resultado que uma escolha de fonte ou imagem poderá causar. Ela quer dizer algo quer você não tinha em mente que dissesse? A melhor opção é uma foto ou uma ilustração? Qual o impacto da escolha da fonte? Pense globalmente.

7. Desconsiderar as aplicações da peça. O método de produção, o tipo de mídia, o ponto de exposição – tudo isso influi no modo como a peça será percebida. Criar para um cartaz de corredor de universidade não é como criar para um anúncio de revista, uma empena, uma CEMUSA (mobiliário urbano) ou um adesivo. É preciso pensar em como o público será “pego” pela peça.

8. Usar macetinhos ou recursos prontos de softwares. No princípio era o page curl. E o diretor e arte viu que era bom (mentira), e se regozijou. E veio o drop shadow. E o glow. E os bevels. E há pouco tempo, os brushes. Esses recursos todos costumam soar falsos e batidos, e poucas vezes são usados como solução real, e não como “recurso que estava lá praticamente pedindo para ser usado”. Lembre-se da oração da Serenidade: ter forças para fazer o que deve ser feito, resignação para aceitar o que não pode ser mudado, e nunca, nunca, nunca, nunca, nuca mais usar efeitinhos prontos gratuitamente.

9. Mostrar opções demais para o cliente. Além de agilizar o processo de seleção, evita passar ao cliente a ideia de que você mesmo não tem muita certeza quanto a qual caminho seguir. Também reduz a probabilidade de surgirem as peças Frankenstein, nas quais o cliente pede “o título dessa com a imagem daquela, o texto de apoio daquela outra, com as cores da primeira e a tipografia da última”.

10. Mostrar para o cliente opções que você não quer que ele escolha. Há uma história envolvendo o arquiteto americano Frank Lloyd Wright e um jardim de inverno que teria sido colocado em um projeto apenas para que o cliente o cortasse, achando assim que havia participado da idéia. Isso pode ser um recurso interessante, mas também pode ser um senhor tiro-no-pé. Para que correr o risco? Se não quer que ele escolha, não mostre a ele.

Fonte: Criação Fu

Profissionais de Marketing Digital

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marketing digital precisa de profissionais qualificados, e essa capacitação ainda não está acompanhando a expansão desse mercado. Por isso é importante ficar atento aos cursos e palestras oferecidos para esse setor.

Essa matéria divulgada pelo mundo do marketing traz a visão de alguns profissionais da área sobre a qualificação dos profissionais de marketing digital

A rápida expansão do mercado digital nos últimos cinco anos é responsável pelo aumento da de manda por profissionais especializados na área. A alta procura por pessoas qualificadas, no entanto, não tem sido atendida. Sobram oportunidades e falta mão de obra capacitada para responder por um setor que recebe cada vez mais investimentos de Marketing.

O digital entra na estratégia das empresas, que aos poucos implementam departamentos exclusivos para ações on-line e oferecem salários que podem variar de R$ 2.000,00 a R$ 17.000,00. O crescimento da procura por profissionais especializados em Marketing Digital, entretanto, esbarra na ausência de uma formação acadêmica consolidada e na falta de experiência de mercado.

Com o setor aquecido, a tendência é que a procura aumente cada vez mais. “A demanda crescerá. Até 2008, o mercado estava estagnado, crescendo de forma orgânica. Com a explosão das redes sociais, as empresas despertaram para o meio digital”, acredita Romeo Bussarello, Diretor de Internet da Tecnisa, que desde 2008 conta com um departamento focado em Marketing Digital, em entrevista ao Mundo do Marketing.

 Investimentos em Marketing Digital crescem a cada ano
A expectativa de expansão ainda maior nos próximos anos é explicada pela alteração observada nos investimentos em Marketing Digital. Se por um lado o on-line passa a receber mais atenção das marcas, por outro, a verba destinada a canais off-line começa a sentir uma retração. “O mercado está em franca expansão no Brasil. Hoje, os investimentos em Marketing Digital representam cerca de 4%. Mas as empresas estão cada vez mais adotando essa estratégia e o dinheiro está migrando rapidamente para o digital”, diz Leandro Kenski (foto), CEO da agência Media Factory, em entrevista ao portal.

Segundo dados do Ibope, em 2009, os investimentos em Marketing Digital cresceram 25% e a expectativa para este ano é que este número seja de 30%. Diante desse cenário surgem carreiras em ascenção. Links patrocinados, ferramentas de buscas, redes sociais e métricas são algumas das oportunidades em voga para aqueles que desejam investir na área. Mas é necessário que os executivos de Marketing entendam a importância da integração entre a função desempenhada e o meio digital.

“Seja lá qual for a área de atuação do profissional, ele deve conhecer muito de Marketing Digital, porque todos os canais tradicionais estão sendo influenciados pelo processo de digitalização. Não dá para isolar (o Marketing Digital) e achar que é algo paralelo”, explica Max Petrucci, CEO da Garage, em entrevista ao portal.

Demanda não é garantia de contratação
A lacuna observada na procura por profissionais é explicada justamente pelo crescimento rápido e recente do setor. “A situação do mercado digital não é muito diferente da situação da mão de obra para qualquer outro setor que esteja em transformação. Existe defasagem no processo de formação e de tempo de produção de conhecimento. O tempo que se leva para educar uma pessoa é mais lento do que o necessário, em termos de mercado” conta Marcos Felipe Magalhães, Diretor de Marketing da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), ao site.

Para aproveitar as op ortunidades oferecidas, o profissional deve ser inquieto e estar alinhado às novidades, além de aliar cursos acadêmicos à experiência que apenas o mercado pode oferecer. “A formação acadêmica ajuda, mas o que realmente forma as pessoas são as boas empresas, como Google e Apple. O Brasil, infelizmente, não é um pólo formador de tecnologia digital. Por isso, quando o profissional quer entrar em um mercado em formação, a melhor escola são as empresas com empreendedores, profissionais com quem você sabe que vai aprender”, acredita Petrucci, da Garage.

A necessidade de uma formação adequada é o principal indicativo de que a expansão do mercado e a busca crescente por novos profissionais não são garantias de contratação. Como toda carreira ligada à tecnologia, o Marketing Digital está sempre em transformação e evolução, o que exige profissionais atualizados constantemente. “A informação hoje em dia é muito perecível. Tudo o que é aprendido em qualquer curso está obsoleto depois de três anos. As pessoas precisam entender qual é a área de interesse delas e se atualizar permanentemente”, sugere Ana Maria Nubie (foto), Vice-Presidente de Atendimento da Agência Click, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Empresas devem manter profissionais
Outra iniciativa fundamental para quem deseja apostar no setor é manter-se presente em grupos de interesse, como redes sociais, associações profissionais e cursos, onde seja possível compartilhar o que está acontecendo na área. Além de ser uma boa forma de atualização, o contato com outras pessoas ajuda na hora de encontrar – e aproveitar – oportunidades.

“É fundamental ter em mente que devemos sempre ter pessoas com quem nos relacionar e que conheçam nosso potencial como profissionais, para quando uma oportunidade aparecer”, diz Ana. O perfil autodidata deste profissional faz com que apenas um currículo não seja suficiente na hora de conquistar seu espaço.

Por outro lado, também cabe às empresas manter este profissional satisfeito. É uma característica comum no meio digital encontrar a chamada Geração Y e, agora, Z, composta por mentes inquietas, que desejam o sucesso rápido e avessas à hierarquia. Por isso, é importante oferecer desafios e dar liberdade para que o profissional traga ideias, proporcionando um ambiente de aprendizado. Outro elemento fundamental é o prazer e a satisfação de fazer parte da equipe.

“É importante dar a possibilidade de que o profissional faça o que gosta. Não se pode ter uma estrutura muito rígida. O jovem não quer burocracia, quer colocar a mão na massa, é ansioso. O ambiente deve ser propício à criação”, afirma ao portal Allan Fonseca (foto), Diretor de Canais da Coelho da Fonseca, que criou a Diretoria de Canais em 2009, após constatar que 90% dos consumidores buscam imóveis na internet primeiro.

Fonte: Mundo do Marketing

As 11 previsões para o mercado digital em 2011

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Em 2010 o crescimento do Mercado Digital foi de fato vertiginoso, e em 2011 como será?

Em parceria com a Dynamic Logic, a MillwardBrown apresentou as 11 previsões para o mercado digital em 2011. De geolocalização a e-commerce, a empresa analisou todas as tendências para este ano e deu dicas importantes para o mercado.

Confira as 11 previsões:

1) Marcas irão se espalhar pela internet
A internet seguirá sendo dividida em um modelo duplo com web aberta por um lado e espécies de jardins emparedados, como as redes sociais, do outro. Estes aplicativos fechados são populares porque possibilitam ao anunciante controlar as interações com os consumidores. Mas as marcas precisarão multiplicar esses jardins, construindo diferentes aplicativos para plataformas específicas, como Facebook e iPhone. Depois, elas precisam discutir se precisam ter uma estratégia de integração ou algo mais restrito.

2) Valorização das compras online

Compras online continuarão crescendo, apesar do medo de se perder informações pessoais. Os serviços de compras coletivas como Groupon crescerão em outros países além de EUA e China. No país asiático, a febre das compras online darão vazão a novos modelos de e-commerce, como transação direta, leilão reverso, leilão holandês (leia mais em www.360buy.com) e o sistema Tuan Gou, de compras coletivas. O rei do setor naquele país é o Taobao, que deverá gerar US$ 90 bilhões em transações em 2011, mas que o Amazon.

3) Publicidade de display “sairá da caixa”

Os anunciantes apostarão em formatos interativos e com possibilidade de expansão, replicando parte da experiência de um microsite, por exemplo.Alguns dos novos formatos apontam para a dupla função, com combinação de múltiplos formatos na mesma página. Por exemplo: papeis de parede em background podem ampliar o impacto de banners.  Há ainda formatos que usam imagens intrigantes para capturar as atenções. Conforme o internauta coloca o cursor do mouse em cima, a publicidade se expande e mostra até vídeos. Uma terceira tendência é integrar banners com campanhas de mídias sociais. O Google já previu que 75% de toda a publicidade na internet será social em torno de 2015.

4) Virais serão padrão

O viral não será mais considerado algo extra e “legal de se ter”, ms sim uma parte chave da estratégia de comunicação. Os anunciantes precisam acreditar que suas ideias irão “viajar”. O planejamento viral é parte crescente das campanhas digitais. AS ferramentas de medição de virais também ajudam neste cenário.

5) Mais conteúdos “feitos para web” em displays online

A publicidade em vídeos online deverá continuar crescendo a taxas acima de 50% ao ano. Vídeos de alta qualidade para mobile podem ampliar o mercado de publicidade de geo localização. A ferramenta mais interessante de 2011 deve ser o formato TrueView, do Google, que coloca o usuário no controle e permite que eles evitem publicidade que não queiram. O desafio está em encontrar-se um formato bom para usuários e anunciantes que possam permitir ao YouTube explorar toda a capacidade de sua audiência.

6)Mobilidade

Anunciantes usarão as possibilidades dos celulares, que permitirão às pessoas ficarem mais tempo conectadas e com experiências melhores. A mobilidade será ampliada por conta ainda de aparelhos como e-readers e tablets. As vendas de iPads deverão passar os 11 milhões em 2011, ultrapassando os números de taxa de adoção do iPhone. Outros tablents como Galaxy Tab (Samsung) e Playbook (BlackBerry) ajudarão a expandir o mercado.

7) Geolocalização

A geolocalização já expandiu durante o ano passado, mas em 2011 ela trará experiências mais recompensadoras para quem fizer seus “check-ins”. As pessoas querem ver informações mais detalhadas e dinâmicas do que apenas uma mera lsita de quem fez check-in. Deverá haver ainda mais descontos e recompensas para quem entrar em determinado lugar, como já existe na Best Buy. E a chegada do Facebook Places será de grande valia para as marcas identificarem, por exemplo, onde elas poderiam ter uma presença maior.

8 ) Buscas mais pessoais, móveis e impactantes

Links com perfis sociais, histórico de busca e segmentação de comportamento darão grande relevância aos usuários que souberem dividir essas informações com provedores de ferramentas de busca. A busca social do Google não decolou em 2010, mas a recente parceria de Bing com Facebook pode trazer impacto em 2011, abrindo espaço para um acordo similar do Twitter com algum mecanismo. Haverá mais espaço para companhias desenharem interface de buscas de nicho, por conta de aplicativos mobile, com o Orange Wednesdays, especializado em cinema. Tecnologias como busca baseada em imagens (Google Goggles), busca de voz (parte do Android API) e scanning em código de barras, irão ligar experiências mobile no off-line com recursos de informação online.

9) Jogos em movimento

Os lançamentos recentes do Move, da Sony, e do Kinect, da Microsoft, deram vida nova ao PlayStation e ao Xbox e trarão novidades em 2011 no que tange às inovações em desenho de jogos. Além disso, jogos casuais irão despontar, por conta das capacidades do iPhone e iPod. E os jogos sociais seguirão sendo muito populares, algo refletido no fato de que a Zynga, maior empresa do setor, tem um valor de mercado maior do que da Electronic Arts.

10) Marketing de nicho mais relevante

O estudo da Millward Brown aponta que as pessoas buscam por marcas em mídia sociais que sejam mais relevantes para suas necessidades. O Facebook, por exemplo, pensa em uma integração com a Amazon e outros sites que permita maior customização e relevância. Além disso, a plataforma social do Google deverá seguir a mesma linha.  As pessoas estarão engajadas na maior rede social (Facebook), mas também em algumas que atendam nichos que lhe interesse. O estudo conclui que 2011 será o ano de redes menores com nichos específicos de interesse, com suporte do Facebook (exemplos: Foursquare e RunKeeper).

11) Privacidade online em discussão

Os anunciantes irão progredir no desenvolvimento de padrões de transparência online. A confiança será algo quantificável e os consumidores irão gerenciar e dividir seus dados com parceiros comerciais, tornando isso um modelo de negócios viável. Mídias sociais, portais, ferramentas de buscas e empresas de telecom irão brigar para serem a plataforma para conectar os consumidores. A ideia é evitar medidas regulatórias para proteger a privacidade online.

Fonte: Meio&Mensagem

A importância de assumir o erro.

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O erro é algo que pode se fazer presente em qualquer tipo de negócio seja ele online ou offline. Muitas são as estratégias e procedimentos adotados pelas empresas com o objetivo de reduzir essa margem de erro durante o processo de venda.

Dentro do marketing podemos chamar esse processo como o “processo de troca”, onde dentro dessa troca ambas as partes devem estar satisfeitas ao final dela.

No entanto o vilão chamado “erro”   está sempre rondando todo e qualquer tipo de negociação esperando a menor falha para que ele entre em cena.

E quando ele aparece? O que fazer?

Hoje quero compartilhar algo que realmente aconteceu comigo como consumidor, e a empresa que me prestava um serviço soube reconhecer o erro e conquistar minha total confiança. Ou seja ela soube transformar aquela ameaça em uma ótima demonstração de bom atendimento.

Há alguns dias recebi a indicação para um serviço na web, e então decidi conhecer melhor a empresa. Conheci todos os serviços e escolhi aquele que mais seria mais interessante para o meu negócio e então contratei o serviço.

No primeiro momento fui apresentado a todas as vantagens que iria receber com aquela aquisição, de fato todas realmente verídicas. Porém, alguns dias depois percebi que algo estava fora do normal, pensei então que fosse problemas com o meu computador ou com a minha internet.

Como o problema continuou por algumas horas, passei a associar com o serviço que havia contratado. Algumas horas depois tudo estava normalizado.

No mesmo dia recebo um email da empresa que me prestava o serviço explicando tudo o que havia acontecido e me pedia desculpas por algum transtorno.

O que mais me chamou atenção foi a riqueza de informações oferecidas pela empresa na justificação do que realmente havia acontecido e principalmente na transparência em reconhecer aquela falha. Outro fator positivo foi o seu comprometimento em solucionar aquela falha rapidamente.

Reconhecer o erro é um dos princípios fundamentais do bom atendimento, assumir o compromisso em solucionar é o segundo passo para a fidelização do cliente. E de fato resolver aquela situação é a comprovação da sua responsabilidade com o cliente.

Muitas vezes alguns profissionais/empresas adotam a mentira como justificativa para os erros. Devemos sempre lembrar que a mentira pode até durar uma,duas ou até mais vezes. Mas com toda certeza ela não irá durar para sempre.

Por isso é de grande importância esse comprometimento primeiramente com a verdade e transparência para os nossos clientes, como também a eficiência na solução dos erros que identificamos internamente.

Portanto com este exemplo aprendemos que: Errou? assuma, se desculpe e resolva o problema.

Por: Natanael Oliveira

Quer comentar ou contar  algo a respeito? Fique a vontade.